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Quem Canta Seus Males Espanta

Não se sabe ao certo como o título deste post encurtou para se tornar no ditado popular que todos conhecemos, mas acredita-se que tenha sido por causa de Dom Quixote, o personagem de Miguel de Cervantes, que dizia: “quien canta sus males espanta”. Vem isto a propósito do E-Book 25 Vozes Que Mudaram A História da Música que pode aceder gratuitamente aqui no blog.

Al Green: a última grande voz da música soul

A voz de Al Green é frequentemente comparada a uma mistura perfeita entre romance e sexo. Embora considerado por muitos como o último grande artista da geração da música soul, o cantor norte-americano não soa nada parecido com os seus predecessores. Com o seu falseto característico e único, Al Green esteve em alta durante os anos 70, alcançando o top 10 das tabelas mais do que uma vez.

Otis Redding: o artista soul sentado nas docas da vida

Otis Redding é provavelmente um dos casos mais flagrantes de sucesso póstumo no mundo da música. Atualmente considerado como um dos melhores cantores de todos os tempos, o artista natural da cidade de Dawson, Georgia (EUA) nem sempre foi tão reconhecido. Muito pelo contrário.

James Brown: o Homem mais trabalhador da Indústria Musical

Cantou, compôs, dançou e produziu. James Brown respirou música do princípio ao fim num estilo único e, por isso, merece um lugar não só entre as vozes, como também entres os artistas mais marcantes da História da Música. O Padrinho do Soul teve uma carreira de meio século e influenciou muitos artistas ao longo da sua vida, durante a qual vendeu mais de 100 milhões de álbuns!

Eddie Vedder: medos, raivas e paixões em fluxo constante

Quando uma vez perguntaram a Dave Grohl (ex-baterista dos Nirvana e actual líder dos Foo Fighters) se conhecia algum disco nas últimas décadas que tenha tido tanta influência como Nevermind, a resposta foi eloquente: “Claro que sim, brincas?! Sabes quanta gente canta como o Eddie Vedder hoje em dia? Depois dos Nirvana, não ouvi muitas bandas a soar como nós. Ouvi foi muitas bandas a soar aos Pearl Jam.”

Elvis Presley: a herança infinita do Rei do Rock and Roll

Elvis Presley é ainda hoje considerado uma das maiores lendas da música contemporânea, reconhecido popularmente como o Rei do Rock and Roll. Embora se assinale em 2017 o 40º aniversário da sua morte, os êxitos musicais que deixou continuam a ser ouvidos e admirados por muitos, como Mistery Train, Hound Dog e Suspicious Minds, por exemplo.

Sexta-feira à tarde, início de Verão, Nirvana, Nevermind…

Sempre me entristeceu o facto de Kurt Cobain ser mais vezes recordado como aquele artista maluco que se matou com um tiro na cabeça, do que pela música extraordinária que criou e interpretou. Mas o disco Nevermind tinha tanta força, energia e graciosidade que foi um enorme catalisador para a minha vida.

Sly Stone: um tumulto musical que nunca vai acabar

Ainda jovem, Sylvester Stewart já mostrava apetência para vários instrumentos: com 7 anos dominava as teclas e com 11 também era capaz de tocar guitarra, baixo e bateria. Na Igreja juntou-se a 3 dos irmãos, formando um grupo gospel que se tornou famoso entre a vizinhança. De forma não profissional, este seria o início do longo trajeto de Sly Stone.

Jim Morrison: o Rei Lagarto continua vivo

Jim Morrison é mais do que uma voz por detrás de uma banda. O eterno vocalista dos The Doors é aclamado pela crítica e carinhosamente lembrado pelo público que o recorda como uma figura incontornável da arte contemporânea. Fenómeno de vendas, percursor musical e sinónimo de excessos: Jim Morrison é tudo isto e muito mais.