Os álbuns mais marcantes da discografia de Björk
Debut (1993)
Debut foi o primeiro álbum da cantora islandesa, depois dos Sugarcubes. Com sucessos como Human Behaviour e Violently Happy, o disco foi produzido por Nellee Hooper, também responsável pela escrita de 5 canções. A maioria dos temas dá ênfase a um lado mais romântico da Björk, transpondo para a música a relação que tinha na altura com o namorado, Dominic Thrupp. Aclamado pela crítica, o álbum destacava-se pela fusão de géneros, apesar de alguns reclamarem pela falta de um lado mais rock.
Post (1995)
Post é um dos álbuns mais icónicos dos anos 90. O disco – que contém temas como Army of me, Hyperballad e a cover It’s Oh So Quiet – foi um sucesso tanto a nível comercial, como aos olhos da crítica. Com este trabalho, Björk foi capaz de se afirmar como artista versátil que é, presenteando o público com canções tão diferentes e ainda assim coesas entre si. O carácter eclético deveu-se também ao trabalho com vários produtores musicais, entre os quais Nellee Hooper.
Homogenic (1997)
Lançado no ano de 1997, Homogenic é um dos expoentes do experimentalismo de Björk. Fundindo pop e eletrónica, a cantora transporta-nos para um universo alternativo, onde também há lugar para o rock, o trip hop e até para uma vertente mais clássica. Jóga, primeiro single do álbum, é um excelente exemplo de como todos os géneros cabem dentro da mesma canção. Tal como o próprio título indica, Homogenic queria criar um trabalho homogéneo com uma ligação entre todos os temas.
The Sugarcubes: The Great Crossover Potential (1998)
The Sugarcubes: The Great Crossover Potential é o álbum de “greatest hits” dos Sugarcubes. Embora com o tempo Björk se tenha tornado num nome que vale por si, não há como falar da artista sem referir o período em que esteve numa banda. Neste disco, é possível revistar alguns dos temas mais emblemáticos do grupo. Entre eles, Birthday, Hit e Regina.
Selmasongs (2000)
No ano 2000, estreava Dancer In the Dark, um filme de Lars von Trier, um filme que contava com Björk não só na banda sonora mas também no papel de atriz, um dos poucos que desempenhou. Em Selmasongs, álbum que serviu de trilha sonora, fundem-se eletrónica e cordas. O disco conta com colaborações de nomes como Catherine Deneuve e Thom Yorke.
Vespertine (2001)
2001 foi o ano de Vespertine. O disco gerou um verdadeiro frenesim entre a crítica que aplaudiu novamente o lado mais experimentar e aventureiro de Björk. A diversidade sonora criava contradições intencionais entre os temas que mais uma vez se fundiam numa miríade sonora, em singles como Cocoon e Pagan Poetry.











