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Elvis Presley: a herança infinita do Rei do Rock and Roll

Elvis Presley: a herança infinita do Rei do Rock and Roll

 

Elvis Presley é ainda hoje considerado uma das maiores lendas da música contemporânea, reconhecido popularmente como o Rei do Rock and Roll. Embora se assinale em 2017 o 40º aniversário da sua morte, os êxitos musicais que deixou continuam a ser ouvidos e admirados por muitos, como Mistery Train, Hound Dog e Suspicious Minds, por exemplo.

Mas não é apenas no seu trabalho que o legado vive. Outros artistas assumem hoje ter encontrado a sua maior inspiração em Elvis Presley, prolongando desta forma a influência do cantor na História da Música. Foi na igreja em East Tupelo, Mississipi (EUA), que Elvis Presley teve o seu primeiro contacto com o meio musical. Por esta altura era apenas uma criança, mas as vibrações entranharam-se no corpo e alma do jovem.

Mais tarde, aprendeu a tocar guitarra e acrescentou à paixão pelo gospel a devoção pela música country e blues. Começou a participar em concursos de talentos musicais e chegou inclusive a ganhar alguns deles. No entanto, ao terminar o ensino secundário, a música não gerava dinheiro suficiente para ajudar a pagar as contas de casa.

Elvis Presley: da estrada para os palcos

Até captar a atenção da editora Sun Records em 1954, Elvis Presley conciliou o seu sonho com um emprego como camionista. Todavia, quando assinou o seu primeiro contrato, já todos esperavam grandes coisas para o jovem cantor de East Tupelo. E a verdade é que estavam certos.

O primeiro single de Elvis Presley começou por passar nas rádios de Memphis, mas não demorou muito tempo até alcançar outras cidades e estados norte-americanos. Em 1956, o ano de mudança total: Elvis Presley era quase desconhecido no início do ano, mas no final do mesmo já era o maior ídolo dos Estados Unidos da América, atingindo um reconhecimento nunca antes alcançado por nenhum outro artista.

A importância e relevância de Elvis na cultura popular anglo-saxónica nunca poderá ser totalmente quantificada. O cantor protagonizou e provocou uma mudança de comportamentos no território conservador e moralista dos EUA até então impensável, conseguindo quebrar barreiras sexuais, raciais e sociais por via das suas canções, postura e actuações ao vivo transgressoras para a época.

Elvis Presley: os anos de ouro e a decadência

Os anos de glória de Elvis Presley estenderam-se aos anos 60. Além de conseguir inúmeras nomeações para os Grammys, fez cinema e televisão, ganhando admiradores em todo o Mundo. Contudo, o período de maior fama correspondeu também a uma série de problemas pessoais que prejudicaram bastante o cantor.

Na década de 70, o declínio de Elvis Presley começou a tornar-se evidente aos olhos de críticos e dos próprios fãs. Apesar dos seus álbuns continuarem a vender bastante, o artista começou a cancelar concertos com mais frequência, passando grande parte do seu tempo entre as paredes de Graceland, a sua mítica mansão no Tennessee, atormentado por fantasmas pessoais.

No dia 16 de agosto de 1977, o mundo foi apanhado de surpresa: Elvis Presley é encontrado morto. As circunstâncias da sua morte são ainda hoje contestadas por fãs fervorosos, mas tudo aponta que terá sido um ataque cardíaco fulminante.

O que se sabe de certeza é que o falecimento de Elvis Presley causou uma comoção internacional nunca antes vista. Mas o mundo jamais esqueceu o cantor, cuja voz grave e sensual ainda hoje é ouvida, sendo considerado um dos artistas já falecidos que mais dinheiro movimenta e gera na indústria musical.

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