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Quem Canta Seus Males Espanta

Não se sabe ao certo como o título deste post encurtou para se tornar no ditado popular que todos conhecemos, mas acredita-se que tenha sido por causa de Dom Quixote, o personagem de Miguel de Cervantes, que dizia: “quien canta sus males espanta”. Vem isto a propósito do E-Book 25 Vozes Que Mudaram A História da Música que pode aceder gratuitamente aqui no blog.

Al Green: a última grande voz da música soul

A voz de Al Green é frequentemente comparada a uma mistura perfeita entre romance e sexo. Embora considerado por muitos como o último grande artista da geração da música soul, o cantor norte-americano não soa nada parecido com os seus predecessores. Com o seu falseto característico e único, Al Green esteve em alta durante os anos 70, alcançando o top 10 das tabelas mais do que uma vez.

Aretha Franklin: a rainha do soul que nunca perdeu a coroa

Aretha Franklin é nada mais nada menos do que a Rainha da Soul. E o título é, sem dúvida, merecido: afinal, quem não se lembra da voz de músicas como Respect, Freeway of Love e I Say a Little Prayer? Recentemente, a artista surpreendeu o mundo numa atuação ao vivo no programa Late Show de David Letterman, onde cantou Rolling in the Deep, de Adele.

Johnny Cash: a história por detrás do eterno Man in Black

A sua voz era "tão grande que fazia com que o mundo parecesse ficar encolhido". As palavras são de Bob Dylan e descrevem aquele que não só é uma das suas maiores referências musicais, como também um dos artistas mais importantes do século XX. Falamos de Johnny Cash, também conhecido como Man In Black.

James Brown: o Homem mais trabalhador da Indústria Musical

Cantou, compôs, dançou e produziu. James Brown respirou música do princípio ao fim num estilo único e, por isso, merece um lugar não só entre as vozes, como também entres os artistas mais marcantes da História da Música. O Padrinho do Soul teve uma carreira de meio século e influenciou muitos artistas ao longo da sua vida, durante a qual vendeu mais de 100 milhões de álbuns!

Eddie Vedder: medos, raivas e paixões em fluxo constante

Quando uma vez perguntaram a Dave Grohl (ex-baterista dos Nirvana e actual líder dos Foo Fighters) se conhecia algum disco nas últimas décadas que tenha tido tanta influência como Nevermind, a resposta foi eloquente: “Claro que sim, brincas?! Sabes quanta gente canta como o Eddie Vedder hoje em dia? Depois dos Nirvana, não ouvi muitas bandas a soar como nós. Ouvi foi muitas bandas a soar aos Pearl Jam.”

Elvis Presley: a herança infinita do Rei do Rock and Roll

Elvis Presley é ainda hoje considerado uma das maiores lendas da música contemporânea, reconhecido popularmente como o Rei do Rock and Roll. Embora se assinale em 2017 o 40º aniversário da sua morte, os êxitos musicais que deixou continuam a ser ouvidos e admirados por muitos, como Mistery Train, Hound Dog e Suspicious Minds, por exemplo.

Etta James: a voz que nunca se deixou domar

Voz de clássicos como I Just Want to Make Love to You e At Last, Etta James é uma das artistas femininas mais importantes de sempre. Com uma carreira peculiar, a cantora abraçou vários géneros musicais, construindo pontes duradouras entre o jazz, rock, soul e R&B. O reconhecimento maior chegou nos anos 90, mas o seu percurso teve início muito tempo antes.

Jim Morrison: o Rei Lagarto continua vivo

Jim Morrison é mais do que uma voz por detrás de uma banda. O eterno vocalista dos The Doors é aclamado pela crítica e carinhosamente lembrado pelo público que o recorda como uma figura incontornável da arte contemporânea. Fenómeno de vendas, percursor musical e sinónimo de excessos: Jim Morrison é tudo isto e muito mais.