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Soul / 20 posts encontrados

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Whitney Houston e um “I Will Always Love You” de mau prenúncio

Certo Junho de 1998 José Manuel Simões foi convidado para ir à vila alemã de Halle assistir a um concerto de Whitney Houston, ainda estrela brilhante com diamantes ao pescoço. Assim que deixou o elevador que parou à entrada de uma esplendorosa escadaria e entrou em cena a cantar “I’m Every Woman” José Manuel Simões ficou estupefacto.

Benjamin Clementine: de sem-abrigo a vencedor do Mercury Prize

Benjamin Clementine é o mais recente menino bonito da crítica. Rendidos à diferença estilística do músico, são vários os jornais, blogs e revistas especializadas que têm escrito as mais elogiosas palavras em relação ao cantor e poeta. Originalidade e indefinição de géneros são as principais características usadas para o definir, mas sempre que o nome vem à baila, é impossível não mencionar as suas origens.

Stevie Wonder: um visionário musical que derrubou barreiras

Com uma voz muito rica, marcada por um vibrato impactante que ainda assim nunca perde a sua beleza, Stevie Wonder reflete na intensidade e emoção das suas músicas tudo aquilo que lhe foi privado visualmente pela cegueira.

Prince: um dos maiores génios criativos do Século XX

Prince é um dos maiores génios criativos do Século XX, pela sua capacidade de reinvenção de géneros, fusão de estilos e, sobretudo, pela sua musicalidade inata. É verdade que mudou o nome para um símbolo impronunciável (cuja imagem se encontra abaixo), mas acabou por voltar ao original.

Michael Jackson: uma criança que nunca quis crescer

Com uma voz única, um talento incrível para a dança e o mais variado leque de escândalos associados à sua vida, Michael Jackson continua a ser considerado Rei da Pop. Todavia, qual é a história do cantor que, de acordo com a revista Rolling Stone, faturou em vida cerca de sete bilhões de dólares, tornando-se o artista mais rico de sempre?

Marvin Gaye: a música como salvação eterna

Não há voz ou música como a de Marvin Gaye: a forma como cantava, tão suave e gentil, deu forma a êxitos únicos e marcantes que ainda hoje tocam na rádio. Sempre muito consciente de tudo o que se passava à sua volta, Marvin Gaye procurou extravasar os seus sentimentos para a música, construindo assim um legado único que perdura até aos dias de hoje.

Al Green: a última grande voz da música soul

A voz de Al Green é frequentemente comparada a uma mistura perfeita entre romance e sexo. Embora considerado por muitos como o último grande artista da geração da música soul, o cantor norte-americano não soa nada parecido com os seus predecessores. Com o seu falseto característico e único, Al Green esteve em alta durante os anos 70, alcançando o top 10 das tabelas mais do que uma vez.

Otis Redding: o artista soul sentado nas docas da vida

Otis Redding é provavelmente um dos casos mais flagrantes de sucesso póstumo no mundo da música. Atualmente considerado como um dos melhores cantores de todos os tempos, o artista natural da cidade de Dawson, Georgia (EUA) nem sempre foi tão reconhecido. Muito pelo contrário.

James Brown: o Homem mais trabalhador da Indústria Musical

Cantou, compôs, dançou e produziu. James Brown respirou música do princípio ao fim num estilo único e, por isso, merece um lugar não só entre as vozes, como também entres os artistas mais marcantes da História da Música. O Padrinho do Soul teve uma carreira de meio século e influenciou muitos artistas ao longo da sua vida, durante a qual vendeu mais de 100 milhões de álbuns!