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Reviews de Álbuns

Reviews de Álbuns / 27 posts encontrados

It’s Blitz! mostra as diferentes versões dos Yeah Yeah Yeahs

Editado em 2009, It’s Blitz! viu o seu lançamento antecipado graças a uma fuga de informação que fez com que o álbum chegasse à Internet, quase dois meses antes da data prevista. Fundindo estilos, o disco, que é o terceiro Yeah Yeah Yeahs, rodopia numa dança - ora frenética, ora lenta - entre o pop rock, o punk, o rock alternativo e o indie rock.

Chet Faker mostra as suas duas facetas em Built on Glass

O estilo electro e mais relaxado de Chet Faker surpreendeu-me quando ouvi pela primeira vez Talk Is Cheap. Ao ouvir o álbum Built On Glass de rajada, aprovei-o de imediato nos meus interesses musicais e na minha lista do Spotify, mas foi apenas nas semanas seguintes que dispensei alguns minutos para expandir os horizontes e conhecer melhor o universo musical de Chet Faker.

Band à Part: covers que podiam muito bem ser originais

O bom gosto francês e a bossa nova brasileira dos anos 60 juntaram-se num álbum que trocou as voltas aos clássicos, vestindo-os com novas sonoridades. Contando com a colaboração de várias artistas femininas, Marc Collin e Olivier Libaux, os mentores do projeto Nouvelle Vague, criaram Band à Part. Lançado em 2006, este foi o segundo disco do grupo, cujos temas pouco ou nada devem aos originais.

Florence and the Machine: o amor ao som do pop barroco

Só fiquei interessado em Florence and the Machine quando algumas das músicas do segundo álbum, Ceremonials, começaram a fazer sucesso enquanto singles. Embora menos aclamado pelos críticos do que o álbum de estreia, o segundo trabalho da banda inglesa não tardou a encontrar um cantinho no meu iPod, permitindo-me assim ouvir repetidamente cada uma das músicas.

Arctic Monkeys: aquilo que eles diziam e aquilo que eles eram

Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not foi o álbum que fez com que os Arctic Monkeys ascendessem oficialmente à categoria de jovem promessa do futuro da música, primeiro em Terras de Sua Majestade e depois na cena mundial. Neste artigo, recuamos no tempo para descobrir o disco que é, em simultâneo, um espelho e um reflexo da geração que viveu na primeira década do século XXI.

Sexta-feira à tarde, início de Verão, Nirvana, Nevermind…

Sempre me entristeceu o facto de Kurt Cobain ser mais vezes recordado como aquele artista maluco que se matou com um tiro na cabeça, do que pela música extraordinária que criou e interpretou. Mas o disco Nevermind tinha tanta força, energia e graciosidade que foi um enorme catalisador para a minha vida.

Everything Everything: uma banda que vai dar que falar

No início, os Everything Everything entraram na minha vida por meras razões profissionais, algures em março de 2013. Mas a verdade é que fiquei completamente agarrado quando o concerto da banda começou e dei por mim a regressar a casa com as músicas na cabeça. Neste post faço uma análise ao 2.º álbum da banda britânica e conto a história de como os conheci.

Hugh Laurie: Didn’t It Rain e o lado musical de Dr. House

Muitos não sabem, mas a verdade é que Hugh Laurie é um artista multifacetado, capaz de se expressar nas várias linguagens artísticas, sendo elas mais ou menos musicais. Além da representação e da música, o britânico fez já várias incursões ao mundo da comédia, da escrita e da realização.

Born To Die: um hino à decadência do sonho americano

Não gostei de Lana Del Rey quando vi pela primeira vez o vídeo Born To Die, mesmo naquela altura em que a artista se preparava para dar o salto para a fama. Mas a minha opinião mudou e acabei quase na 1.º fila do concerto em Portugal. Neste post, dou a minha opinião sobre o álbum Born To Die.