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Reviews de Álbuns

Reviews de Álbuns / 22 posts encontrados

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Lily Allen: Sheezus lança um olhar crítico ao mundo da música

Os fãs de Lily Allen tiveram de esperar cerca de 5 anos para ouvir novos trabalhos da artista. Desde que o álbum It’s Not Me, It’s You chegou ao mercado em 2009, pouco se ouviu de Allen. Para além de algumas colaborações ocasionais e da cover de uma música dos Keane, o hiatus anunciado no Twitter foi levado a sério. Mas agora Lily Allen está de regresso, mais irreverente do que nunca.

Gulag Orkestar: um mundo que cabe num só disco de Beirut

O álbum de que falamos neste post é uma mistura feliz que comprova o quanto a música pode evoluir graças a um mundo cada vez mais globalizado. O primeiro disco de Beirut chama-se Gulag Orkestar e junta várias influências: do jazz ao folk dos balcãs, passando pelos ritmos mexicanos e até mesmo portugueses. A miríade musical é o resultado das experiências pessoais de Zach Condon, mentor do projeto individual que mais tarde se transformou em banda.
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Lorde: a cantora que sonha com reis e castelos

Basta olharmos para uma fotografia de Lorde para acharmos que é mais velha do que artistas da sua geração, como Justin Bieber e Miley Cyrus, mas a verdade é que a jovem australiana é mais nova, mas nem por isso mais imatura. Com menos de 18 anos, Lorde lançou o seu primeiro álbum Pure Heroine onde, entre reis e diamantes, faz uso da História para cantar a sua visão do mundo.

Femina: bendito seja o fruto entre as mulheres

De dentes afiados e ouvido apurado, o tigre lendário da música portuguesa mostrou, em 2009, que a oração “bendito seja o fruto entre as mulheres” tem, de facto, alguma razão de ser. Se acompanha a carreira do artista, provavelmente já imaginou que, neste post, falaremos de Femina, o disco de Paulo Furtado – vulgo The Legendary Tiger Man - que mergulha no universo feminino para trazer à tona 15 temas tão diferentes, como as mulheres com quem colabora.

It’s Blitz! mostra as diferentes versões dos Yeah Yeah Yeahs

Editado em 2009, It’s Blitz! viu o seu lançamento antecipado graças a uma fuga de informação que fez com que o álbum chegasse à Internet, quase dois meses antes da data prevista. Fundindo estilos, o disco, que é o terceiro Yeah Yeah Yeahs, rodopia numa dança - ora frenética, ora lenta - entre o pop rock, o punk, o rock alternativo e o indie rock.
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Chet Faker mostra as suas duas facetas em Built on Glass

O estilo electro e mais relaxado de Chet Faker surpreendeu-me quando ouvi pela primeira vez Talk Is Cheap. Ao ouvir o álbum Built On Glass de rajada, aprovei-o de imediato nos meus interesses musicais e na minha lista do Spotify, mas foi apenas nas semanas seguintes que dispensei alguns minutos para expandir os horizontes e conhecer melhor o universo musical de Chet Faker.

Band à Part: covers que podiam muito bem ser originais

O bom gosto francês e a bossa nova brasileira dos anos 60 juntaram-se num álbum que trocou as voltas aos clássicos, vestindo-os com novas sonoridades. Contando com a colaboração de várias artistas femininas, Marc Collin e Olivier Libaux, os mentores do projeto Nouvelle Vague, criaram Band à Part. Lançado em 2006, este foi o segundo disco do grupo, cujos temas pouco ou nada devem aos originais.
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Florence and the Machine: o amor ao som do pop barroco

Só fiquei interessado em Florence and the Machine quando algumas das músicas do segundo álbum, Ceremonials, começaram a fazer sucesso enquanto singles. Embora menos aclamado pelos críticos do que o álbum de estreia, o segundo trabalho da banda inglesa não tardou a encontrar um cantinho no meu iPod, permitindo-me assim ouvir repetidamente cada uma das músicas.

Arctic Monkeys: aquilo que eles diziam e aquilo que eles eram

Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not foi o álbum que fez com que os Arctic Monkeys ascendessem oficialmente à categoria de jovem promessa do futuro da música, primeiro em Terras de Sua Majestade e depois na cena mundial. Neste artigo, recuamos no tempo para descobrir o disco que é, em simultâneo, um espelho e um reflexo da geração que viveu na primeira década do século XXI.