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Reviews de Álbuns

Reviews de Álbuns / 27 posts encontrados

A Sociedade secreta de Jack White, The Kills e Queens of the Stone Age

Ao ouvir Dodge and Burn dos Dead Weather compreende-se uma das razões que levaram ao fim dos White Stripes. Jack White é definitivamente um enorme baterista preparado para surpreender-nos com toda a sua entrega à procura da batida perfeita.

Segundo: Maria Rita num disco segundo ela própria

Lançado no ano de 2005, Segundo foi – passando a redundância - o segundo álbum da brasileira Maria Rita. O disco tem produção da própria cantora em parceria com o músico Lenine, os arranjos são seus com Tiago Costa e o trabalho também conta com a participação dos músicos Sylvinho Mazzucca e Cuca Teixeira.

Gisela João: a voz do fado que, sendo nova, já é gigante

Em 2013, nos corredores do fado onde já se moviam grandes e novas vozes, surgia uma figura pequenina como a sardinha. Com sotaque do norte, punha o xaile de lado e agigantava-se naturalmente para interpretar um género que, sendo velho, sempre se conseguiu reinventar. Chamava-se Gisela João, tinha uma voz crua, pouco polida e sem grandes artifícios.

Overgrown: James Blake cresceu e a sua música também

No seu álbum de estreia, James Blake canta algumas músicas originais a par com covers de outros artistas, nomeadamente A Case of You de Joni Mitchell. O seu verdadeiro potencial só se viria a revelar com Overgrown, dois anos mais tarde. Após muita preparação ao lado de produtores como Kanye West, RZM e Brian Eno, chega um álbum mais maturo composto inteiramente por músicas originais.

Eagles of Death Metal: causa mortis, Death By Sexy

Frequentemente descritos como "o segundo projeto de Josh Homme”, os Eagles of Death Metal são o resultado de uma antiga amizade entre o também vocalista dos Queens of the Stone Age e Jesse Hughes. Juntos, os dois músicos norte-americanos decidiram criar um novo projeto que acabou por surgir de forma natural e bem-humorada.

Lily Allen: Sheezus lança um olhar crítico ao mundo da música

Os fãs de Lily Allen tiveram de esperar cerca de 5 anos para ouvir novos trabalhos da artista. Desde que o álbum It’s Not Me, It’s You chegou ao mercado em 2009, pouco se ouviu de Allen. Para além de algumas colaborações ocasionais e da cover de uma música dos Keane, o hiatus anunciado no Twitter foi levado a sério. Mas agora Lily Allen está de regresso, mais irreverente do que nunca.

Gulag Orkestar: um mundo que cabe num só disco de Beirut

O álbum de que falamos neste post é uma mistura feliz que comprova o quanto a música pode evoluir graças a um mundo cada vez mais globalizado. O primeiro disco de Beirut chama-se Gulag Orkestar e junta várias influências: do jazz ao folk dos balcãs, passando pelos ritmos mexicanos e até mesmo portugueses. A miríade musical é o resultado das experiências pessoais de Zach Condon, mentor do projeto individual que mais tarde se transformou em banda.

Lorde: a cantora que sonha com reis e castelos

Basta olharmos para uma fotografia de Lorde para acharmos que é mais velha do que artistas da sua geração, como Justin Bieber e Miley Cyrus, mas a verdade é que a jovem australiana é mais nova, mas nem por isso mais imatura. Com menos de 18 anos, Lorde lançou o seu primeiro álbum Pure Heroine onde, entre reis e diamantes, faz uso da História para cantar a sua visão do mundo.

Femina: bendito seja o fruto entre as mulheres

De dentes afiados e ouvido apurado, o tigre lendário da música portuguesa mostrou, em 2009, que a oração “bendito seja o fruto entre as mulheres” tem, de facto, alguma razão de ser. Se acompanha a carreira do artista, provavelmente já imaginou que, neste post, falaremos de Femina, o disco de Paulo Furtado – vulgo The Legendary Tiger Man - que mergulha no universo feminino para trazer à tona 15 temas tão diferentes, como as mulheres com quem colabora.