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Música Portuguesa

Música Portuguesa / 53 posts encontrados

Videoclip 2015: qual foi o vídeo musical do ano em Portugal?

Ao longo de 2015 foram muitos os artistas nacionais a brindar os seus fãs com novos singles, álbuns e videoclipes. Porém, agora que chegou 2016 e olhamos para trás, chegou a altura de fazermos uma pergunta: qual foi o melhor videoclip português de 2015? Os leitores do P3 votaram e decidiram. No melhor videoclip português de 2015, o realizador Ricardo Teixeira ilustra de forma sublime a música “Tens Mesmo De Querer” dos CRU.

Simone de Oliveira: “Tenho medo de cantar mal”

Aos 19 anos casa-se porque achava que era isso que queria. Enganou-se e passados apenas dois meses, estava de volta a casa dos pais. Entrou em depressão e o médico deu-lhe como cura terapia ocupacional. Foi-se inscrever no Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional. Depois de a ouvir cantar, Mota Pereira perguntou-lhe “Mas onde é que você estava?”. Finalmente, Simone de Oliveira tinha descoberto o seu caminho. Nesta entrevista, fala de si, da carreira e de Portugal.

Dulce Pontes: “Para mim a música tem que trazer imagens”

Dulce Pontes é uma das vozes mais importantes do panorama nacional contemporâneo. Entre os trabalhos mais recentes da artista está o álbum Focus, que contou com a colaboração do Maestro Ennio Morricone, e onde a artista interpreta alguns dos clássicos do compositor, assim como composições originais, compostas pelo Maestro especialmente para a voz da Dulce Pontes.

Guilhermina Suggia: uma história cruzada com o violoncelo

Quem passa pela cidade do Porto e assiste a um concerto na Casa da Música certamente não deixa de reparar que o auditório principal tem o nome de uma mulher, um nome com um apelido peculiar. O nome em questão é Guilhermina Suggia e marca a Casa da Música não apenas por ser uma combinação de palavras sonante: porque esta mulher teve, na verdade, uma forte relação com a cidade do Porto e com o próprio universo da música.

A Naifa: “Que o nosso trabalho seja o espelho daquilo que nós somos”

Em 2004, Goreti Teixeira teve a oportunidade de entrevistar Luís Varatojo, da banda A Naifa, aquando do lançamento do primeiro álbum “Canções Subterrâneas”. Mais de dez anos depois, voltamos a publicar a entrevista feita a um dos fundadores do grupo. Esta conversa foca-se sobre a fundação da banda, a inspiração para o álbum de arranque e apresenta uma explicação para a escolha do nome.

Luís Represas: a música, a criatividade e a carreira que poderia ter seguido

Nesta entrevista que Goreti Teixeira fez a Luís Represas, na altura do lançamento de “Fora de Mão”, o artista falou de como acontece o seu processo criativo, da necessidade de assimilar um trabalho antes de partir para outro e de como poderia ter seguido medicina se a música (e a matemática!) não tivesse cantado mais alto.

Ana Moura e um disco que foi muito para além da saudade

Para Além da Saudade foi lançado em 2007 e chegou às bancas acompanhado de um DVD com seis temas ao vivo. Ao leme do projeto estava a fadista Ana Moura, então no seu terceiro álbum de estúdio e ainda com um enorme desafio a superar. Nas palavras da própria, foi com Para Além da Saudade que a artista conseguiu ultrapassar, pela primeira vez, as barreiras da fisicalidade e expressar-se tão bem em estúdio como o fazia ao vivo.

Pedro Abrunhosa: viagens no tempo que nunca acabarão em silêncio

Com uma carreira sólida, o músico com sotaque do norte traçou um breve perfil do seu percurso até então. Ao longo da entrevista, falou do início da carreira como cantor e instrumentista, passando depois para as dificuldades vividas por quem escolhe ser músico em Portugal. Com o olhar analítico a que estamos habituados, falou da sua situação na altura e analisou o insucesso comercial do seu álbum anterior, Silêncio.

Gisela João: a voz do fado que, sendo nova, já é gigante

Em 2013, nos corredores do fado onde já se moviam grandes e novas vozes, surgia uma figura pequenina como a sardinha. Com sotaque do norte, punha o xaile de lado e agigantava-se naturalmente para interpretar um género que, sendo velho, sempre se conseguiu reinventar. Chamava-se Gisela João, tinha uma voz crua, pouco polida e sem grandes artifícios.