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Histórias de Bastidores

Histórias de Bastidores / 55 posts encontrados

Né Ladeiras: um amor que se tornou uma causa perdida

Né Ladeiras chegou ao jardim, mística, um búzio pendurado ao peito, protecção a que chamou de “luz”, amuleto de uma sorte nem sempre fiel. O olhar era de um brilho negro intenso, réstia de esperança numa insuspeita dor que lhe amargurava o coração “por o homem não respeitar o planeta e se esquecer que nem tudo é betão ou interesses económicos".
Linda de Suza

Janot: o filho da estrela Linda de Suza

Num restaurante de Matosinhos, acompanhado pela sua esposa e filhos, José Manuel Simões ouviu Janot, humilde e inseguro, falar da sua mãe e do seu pai, “um português que só vi uma vez, que me deu nome mas que nunca esteve presente”. O artista falou ainda do medo que tinha por ser “filho de um estrela”, pois “nunca se sabe se vou ser aceite por mim ou por ser filho da Linda de Suza. Quero reencontrar-me e ser reconhecido pelo que faço e não pela mãe que tive”.
tindersticks

Tindersticks: à procurar de situações em que nos sentimos a cair

Num acesso de assombro José Manuel Simões isolou-se por entre 20 mil almas, muitas destroçadas, aninhando-se, o peito desconcertado pousado nas coxas. Não sabe ao certo porque ficou tão deprimido mas ainda hoje acha que foram as canções atormentadas dos Tindersticks que o deixaram naquele plangente estado.
José Carreras

Perseguindo José Carreras pelo Porto à caça de uma entrevista

Atrás deles, qual perseguição, com ultrapassagens de alto risco, José Manuel Simões apanhou José Carreras quase em Matosinhos, depois de o seguir a partir do aeroporto. “Então o que é que se passa?”, o fotógrafo já a correr para o carro deles, cinco flashes seguidos no rosto do tenor, entre o pasmado e o incrédulo. Eis o resultado deste encontro tão inesperado.
Jorge Palma

Jorge Palma: o jeito de Ary menor no lado errado da noite

Ainda nem dez horas da manhã eram e o Jorge Palma já estava bêbedo. Entrou no bar, pediu uma cerveja, quase não acertava com o gargalo na boca. Em três fartas goladas resolveu a questão e pediu outra. “Isto é que é um vê se te havias”, disse o dono do tasco com ar de bonacheirão trocista.
Jay Aston

A moca de Jay Aston na minha primeira entrevista

Acabado de entrar na carreira jornalística com todo o fulgor e incentivado pela fanática namorada, José Manuel Simões foi a um hotel de Espinho “tentar sacar uma entrevista ao Jay Aston”. Quem? “Santa ignorância. Aquele assarapantado guitarrista e cantor dos Gene Loves Jezebel”. Leia o resultado desta conversa neste post.
Oasis

Oasis: O que importa são as músicas que fazemos

José Manuel Simões ficou boquiaberto com o fenómeno de histeria colectiva na plateia do concerto dos Oasis, os delicados socorristas atarefados, as sirenes das ambulâncias, mais meninas a arrepelarem os cabelos ruivos. Outro desmaio. A que se devia o fenómeno? Mais tarde, o jornalista teve a oportunidade de falar com Noel Gallagher e o clima acabou por ficar tenso.
Sara Tavares

Sara Tavares: temos que tentar tirar partido da marcha

Sara Tavares estava a viver uma certa assunção da sua condição de cantora, mais madura e encontrada, mas ainda assim simples, assumidamente despida, reconciliada com a sua faceta de escritora de canções que buscam a beleza humana e que revelam o seu carácter límpido. Foi assim que José Manuel Simões a encontrou.
Nuno Flores

As sete vidas do violinista Nuno Flores dos Corvos

José Manuel Simões conheceu Nuno Flores, viola-d’arco dos Corvos, no Festival da Lusofonia em Montreux, Suíça. A partir daquela noite de tempestade nos Alpes tornaram-se amigos íntimos. Neste post o cronista conta-nos algumas histórias sobre o violinista e como acredita que Nuno Flores tem sete vidas.