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Os 6 álbuns mais emblemáticos da discografia de Björk

Os 6 álbuns mais emblemáticos da discografia de Björk

 

Ilimitada tanto na forma como na extensão vocal, Björk encara a música como uma parte de uma arte maior que é una. Juntando o som à componente visual, a artista transforma-se de trabalho para trabalho, vestindo-se de diferentes géneros e personagens. Do rock ao jazz, do folk à música clássica, a islandesa já foi se fundiu com o planeta, em Biophilia, e até já se transformou em oriental no muito experimental, Homogenic.

A encenação faz parte de um trabalho abrangente que tem também um lado humanitário, quer nos temas que aborda quer nas causas sociais a que dá rosto. Cantando sobre a natureza em estado puro e sobre o homem como ser social, Björk brindou-nos com temas icónicos como Army of Me, Human Behaviour ou Hypperballad. A lista segue com vários outros que compõem uma carreira de sucesso, da qual fazem parte várias distinções, como é o caso do Polar Music Prize, também conhecido como o “Prémio Nobel da Música”.

Considerada como uma das maiores vozes da atualidade, Björk parece ser ora doce, ora de aço. Com uma fragilidade que engana, a islandesa tem aplicado o seu maior instrumento em diferentes projetos musicais. Bastards, de 2012, por exemplo, mostrou-nos um lado diferente da cantora numa versão remix dos temas de Biophilia. Entre as canções destaque, por exemplo, para Crystalline, com Omar Souleyman, numa versão com fortes influências árabes.

Neste post, recuamos no tempo e apresentamos-lhe alguns dos álbuns mais marcantes da carreira da cantora, que se estreou em 1977, com o LP homónimo, Björk.

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Os álbuns mais marcantes da discografia de Björk

Debut (1993)

Debut foi o primeiro álbum da cantora islandesa, depois dos Sugarcubes. Com sucessos como Human Behaviour e Violently Happy, o disco foi produzido por Nellee Hooper, também responsável pela escrita de 5 canções. A maioria dos temas dá ênfase a um lado mais romântico da Björk, transpondo para a música a relação que tinha na altura com o namorado, Dominic Thrupp. Aclamado pela crítica, o álbum destacava-se pela fusão de géneros, apesar de alguns reclamarem pela falta de um lado mais rock.

 

Post (1995)

Post é um dos álbuns mais icónicos dos anos 90. O disco – que contém temas como Army of me, Hyperballad e a cover It’s Oh So Quiet – foi um sucesso tanto a nível comercial, como aos olhos da crítica. Com este trabalho, Björk foi capaz de se afirmar como artista versátil que é, presenteando o público com canções tão diferentes e ainda assim coesas entre si. O carácter eclético deveu-se também ao trabalho com vários produtores musicais, entre os quais Nellee Hooper.

 

 

Homogenic (1997)

Lançado no ano de 1997, Homogenic é um dos expoentes do experimentalismo de Björk. Fundindo pop e eletrónica, a cantora transporta-nos para um universo alternativo, onde também há lugar para o rock, o trip hop e até para uma vertente mais clássica. Jóga, primeiro single do álbum, é um excelente exemplo de como todos os géneros cabem dentro da mesma canção. Tal como o próprio título indica, Homogenic queria criar um trabalho homogéneo com uma ligação entre todos os temas.

 

The Sugarcubes: The Great Crossover Potential (1998)

The Sugarcubes: The Great Crossover Potential é o álbum de “greatest hits” dos Sugarcubes. Embora com o tempo Björk se tenha tornado num nome que vale por si, não há como falar da artista sem referir o período em que esteve numa banda. Neste disco, é possível revistar alguns dos temas mais emblemáticos do grupo. Entre eles, Birthday, Hit e Regina.

 

 

 

 

Selmasongs (2000)

No ano 2000, estreava Dancer In the Dark, um filme de Lars von Trier, um filme que contava com Björk não só na banda sonora mas também no papel de atriz, um dos poucos que desempenhou. Em Selmasongs, álbum que serviu de trilha sonora, fundem-se eletrónica e cordas. O disco conta com colaborações de nomes como Catherine Deneuve e Thom Yorke.

 

 

 

Vespertine (2001)

2001 foi o ano de Vespertine. O disco gerou um verdadeiro frenesim entre a crítica que aplaudiu novamente o lado mais experimentar e aventureiro de Björk. A diversidade sonora criava contradições intencionais entre os temas que mais uma vez se fundiam numa miríade sonora, em singles como Cocoon e Pagan Poetry.
 

 

 


 

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