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Arquivos / 24 post/s encontrados

Tricky em Portugal: «Ununiform» como só ele o sabe ser

Há uma década conheci Tricky aquando da sua participação no festival Marés Vivas 2008. A recordação surge porque , «l'enfant terrible» do trip-hop e hip-hop saído de Bristol está de regresso a Portugal para dois concertos em nome próprio. «Ununiform» é o novo álbum que traz na bagagem e... na voz!...

MÃO MORTA – 25 ANOS DE MUTANTES S21: Táxi! Theatro Circo, se faz favor!

Fizemos a viagem mais alucinante e alucinada do rock português, ao colo de um Traby e conduzidos pelos Mão Morta e que terminou no Theatro Circo, em Braga. O fecho de «25 anos de Mutantes S21» na mítica sala bracarense, mais do que a celebração de uma data, foi a prova de que "e se depois o sangue ainda correr" é porque ainda estamos vivos.... e queremos mais.

Aposta no Fã Pack FNAC garante um Verão 2018 em grande

Com divulgação de nomes ainda muito incipiente, à excepção do NOS Alive!2018 cujos nomes anunciados dão já para fazer um festival per se, a aposta no Fã Pack FNAC é isso mesmo, uma aposta de quem é fã de determinado festival ou vários festivais, que gosta de passar uns dias no ambiente particular que cada um deles gera e para quem a música característica que de cada um exala é a sonoridade.

Morreu o Zé Pedro. Morrem também os Xutos & Pontapés.

Foi com enorme tristeza e com a alma desfalecida que o Pedro Vasco Oliveira escreveu este texto. Primeiro, e acima de tudo, pela perda humana. Depois, pela perda músico-institucional. Sim, porque os Xutos são, já há muito, uma instituição deste Portugal que se quer, cada vez mais, moderno e progressista. Mas estas enormes perdas não fazem desaparecer o(s) legado(s) do Zé Pedro e dos Xutos. E isso é o mais importante.

POP DELL’ARTE @BINNAR 2017: Avanti pessoal, life is not a crime!

“Life is not a crime”. João Peste repete-o acintosamente no épico «Avanti Marinaio». E é por esta e por (muitas) outras que este amor aos Pop Dell’Arte não é, definitivamente, um gajo estranho em mim. E, por isso, este texto não é uma reportagem, muito menos uma notícia ou sequer uma crónica, mas um artigo de opinião sobre aquela que, este vosso humilde e devoto escriba, considera a melhor banda pop-rock nacional de sempre (ponto).

VODAFONE PAREDES DE COURA (DIA 4): Potros relampejantes na tertúlia de Benjamin

O último dia do Festival Paredes de Coura 2017 culminou num epílogo grandioso e, de certa forma, catártico que aqueles milhares de almas precisavam, ao fim de quatro dias de festival (muitas delas muito mais do que isso!) a fruir Coura XXV. Cantou-se, dançou-se, celebrou-se, jurou-se amor eterno e prometeu-se regressar para o ano, entre 15 e 18 de Agosto.

VODAFONE PAREDES DE COURA (DIA 3): Uma casa de praia com vista para a Lua

E ao terceiro dia… ninguém descansou! Depois do belo aperitivo que foi a Vodafone Music Session com os Moon Duo, no centro da vila, a vontade de os ver e ouvir no palco Vodafone.FM cresceu exponencialmente e, na verdade, as expectativas não saíram goradas. É que a viagem pela arquitectura oculta do duo de Portland faz maravilhas à mente.

VODAFONE PAREDES DE COURA (DIA 2): Música com timbre e mosh à solta no Taboão

Ainda na ressaca da fantástica noite de rock gutural do dia inaugural, o segundo dia da edição 25 do festival Paredes de Coura (PdC) foi estranho. A sensação foi um pouco parecida com aquela que (se diz que) as bandas sentem na feitura do segundo álbum depois de uma estreia de sucesso na edição discográfica.

VODAFONE PAREDES DE COURA (DIA 1): A viagem citadina dos Mão Morta ao som gutural de Samuel

Não havia melhor forma de começar a 25ª edição do festival Paredes de Coura. A felicidade andou pelo anfiteatro natural do Taboão, especialmente pelas extraordinárias actuações dos Mão Morta, Future Islands e Beak. O Pedro Vasco Oliveira esteve lá e conta tudo!