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António Zambujo e Miguel Araújo celebram 28 Noites Ao Vivo nos Coliseus

António Zambujo e Miguel Araújo celebram 28 Noites Ao Vivo nos Coliseus

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Em 2016, António Zambujo e Miguel Araújo protagonizaram um fenómeno sem igual na música portuguesa. No início do ano tudo apontava para um número impressionante de 17 Coliseus e o fim da temporada da dupla lusitana ao vivo nos Coliseus.

Contudo, com o ritmo a que as datas continuavam a esgotar, o número final de concertos, absolutamente histórico, saldou-se em 15 Coliseus dos Recreios, 13 Coliseus do Porto e 3 concertos em Beja (cidade natal de António Zambujo).

Assim durante esse ano mítico a dupla realizou deram 28 concertos esgotados nos Coliseus de Lisboa e do Porto.

Foram 28 noites muito especiais protagonizadas por 2 músicos apenas acompanhados de voz e guitarra que ficarão para sempre na memória dos vários milhares de pessoas que estiveram presentes nesses espectáculos, sempre esgotados e à beira do êxtase musical.

E para regozijo dos fãs de dois mais reconhecidos intérpretes da música portuguesa do novo milénio, António Zambujo e Miguel Araújo editam o álbum duplo intitulado “28 Noites Ao Vivo nos Coliseus”, um disco ao vivo que reúne os melhores momentos vividos em 2016 e que chega às lojas no próximo dia 8 de junho.

Até esse dia, pode fazer a reserva deste álbum ao vivo em primeira mão nas várias lojas e plataformas digitais, estando o disco já disponível em regime de pré-venda.

 

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Disco duplo com 32 músicas de António Zambujo e Miguel Araújo ao vivo

Nas rádios nacionais já pode ouvir dois singles deste disco e recordar estes concertos tão marcantes, nomeadamente “Lambreta”, de António Zambujo, e “Recantiga”, de Miguel Araújo, que apenas alguns dos temas que eternizam esta aventura nas salas mais emblemáticas do país.

Em 28 concertos, António Zambujo e Miguel Araújo atuaram para cerca de 82 mil espectadores. Ambos partilharam canções dos repertórios a solo de cada um, e outros temas que os influenciaram, como “João e Maria” de Chico Buarque, “Sampa” de Caetano Veloso, “Don’t Think Twice It’s All Right” de Bob Dylan ou “Bohemian Rhapsody” dos Queen.

“Recebi todas as noites o Miguel em palco como o recebo sempre em minha casa e como ele me recebe a mim em casa dele. Juntámos os nossos amigos, uns copos de vinho tinto e só procurámos divertir-nos. Foi isso que aconteceu” escreveu António Zambujo.

“Uma coisa que obviamente atrai as pessoas é serem dois artistas que não se encontram todos os dias. A ver, é ver agora. Nós estamos sempre a dar concertos isoladamente, mas a junção ou era ali ou não era. Isso pode explicar que esgote um coliseu, mas não explica as 28 datas. Isso não explica. Explica duas ou três ou quatro. É preciso perguntar às 84 mil pessoas para saber o que lhes passou pela cabeça.”, referiu, na altura, Miguel Araújo em entrevista ao Observador.

Dois anos depois, o público é brindado com a melhor colecção possível do que foram essas 28 noites de partilha entre António Zambujo e Miguel Araújo com o disco “28 Noites Ao Vivo nos Coliseus”, que inclui 32 temas.

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Comentários

  • Fernanda de Oliveira Brito
    30 May, 2018

    Que bacana o post, Gonçalo. Sou apaixonada por música, mas confesso que não conhecia sobre Miguel Araújo. 🙂

    Um beijo,

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